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quinta-feira, 29 de abril de 2010

ROMARIA ALTO DA CRUZ.

A COMUNIDADE DE TRÊS BODEGAS ESTÁ SE ENFEITANDO TODA PARA CELEBRAR O EVENTO RELIGIOSO DENOMINADO DE “ROMARIA ALTO DA CRUZ”.

AGENDARAM OS DIAS 02 E 03 DE MAIO PRÓXIMO PARA O INÍCIO DAS FESTIVIDADES RELIGIOSAS. NO DIA 02 DE MAIO COMEÇA O TRADICIONAL “ROÇO”, ONDE OS NOSSOS SERTANEJOS DAS MÃOS CALEJADAS SE REÚNEM NA VILA TRÊS BODEGAS, NUM VERDADEIRO CONGRAÇAMENTO DE IRMÃOS E CONTERRÂNEOS.

IGUALMENTE, CONCLUINDO O ENCONTRO, NO DIA 03 DE MAIO OCORRE A SUBIDA DO ALTO DA CRUZ, A PARTIR DAS 15H.

ALÉM DE REZAR POR DIAS MELHORES, SAÚDE, BOA COLHETA E PAZ, O VISITANTE PODE CONTEMPLAR UMA BELA VISTA NÃO SÓ DA VILA TRÊS BODEGAS, MAS DE TODOS OS SÍTIOS VIZINHOS, COM PAISAGENS E MONTANHAS AINDA NATIVAS.

(FONTE: BLOG TRÊS BODEGAS AGORA).

GALERIA HORÁCIO FERNANDES VIRA ENCONTRO DE ALCOÓLATRAS E SEXO TOTAL.

A tradicional Galeria Horácio Fernandes, em pleno centro comercial de Icó, defronte ao Hospital e Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, virou verdadeiro encontro de alcoólatras, mendigos, e pessoas abandonadas pelas famílias, que além de chamarem atenção da comunidade, não tem amparo algum do poder público, seja federal, estadual e municipal.

Sujeira, sexo, brigas, e toda sorte de desigualdade social, estão aglomeradas naquele local.

Reportagem neste sentido foi ao ar, no dia de hoje, na emissora Brasil-FM, causando grande repercussão na região.

A matéria foi de autoria do repórter Wilson Silva, que novamente surpreende pelo talento e por informações corretas e responsáveis.

OAB-CE VAI INSPECIONAR HOSPITAIS.

A Comissão de Saúde da regional da Ordem dos Advogados do Brasil, com apoio do presidente da entidade, Valdetário Monteiro, definiu um calendário de visitas aos hospitais da rede pública federal, estadual e municipal, com o objetivo de conferir a situação de segurança, equipamentos e serviços prestados.


A visita será feita com a participação de membros do Ministério Público Estadual, da Associação Médica Cearense, da Defensoria Pública e das comissões de Saúde da Assembléia Legislativa e da Câmara Municipal.


A primeira visita será feita no Hospital Infantil Albert Sabin no próximo dia 7. Em seguida, Instituto Doutro José Frota (10 de maio) e Hospital Geral de Fortaleza (17 de maio).

APOLOGIA A VIDA!


Sou advogado há quase duas décadas. Vivenciei grandes momentos nos tribunais, nos fóruns, delegacias, em defesa de meus clientes, principalmente daqueles que não tinham condições financeiras de pagar honorários a um operador do direito.

Com a mesma empolgação dos clientes privados, exerci o contraditório e ampla defesa legal dos casos nomeados pelo juízo.

Por muitos anos, devido às dificuldades financeiras, à época, do Poder Judiciário Estadual, a nossa comarca icoense funcionava precariamente no piso superior da Casa de Câmara e Cadeia, belo patrimônio histórico local.

O mais interessante, é que no térreo ficava a cadeia pública do Icó, amontoada de presos, que foi reportagem para todo o Brasil, por seu estilo seguro, mas com muitas passagens pitorescas.

O Tribunal Popular do Júri, que conduz julgamentos de réus que praticam crimes contra a vida, consumados ou tentados, também funcionava no andar de cima do referido imóvel.

Os debates se estendiam ali, sem reservas, já que o espaço era totalmente aberto e fresco, onde os ventos do Aracati e Mossoró eram cúmplices da peleja jurídica. Cúmplices também eram os presos dos assuntos discutidos, pois, atentos a tudo, eles eram os primeiros, a saber, quem foi condenado ou absolvido, quem casou e separou-se; quem pagou a pensão alimentícia e ou deixou de cumpri-la.

Hoje, segundo as próprias certidões forenses, sou o advogado que mais subiu a tribuna de defesa do júri popular do Icó. Muitos júris. Defesas de crimes e fatos diversos.

Porém, como operador do direito, nunca levei para aquele empolgante plenário, o sentimento pessoal do que acho errado e\ou certo, mas tão somente a boa defesa e entendimento jurídico. Não foi preciso humilhar familiares e travar brigas intermináveis com os representantes do ministério público, para obter o desejo final: a absolvição ou diminuição de pena dos acusados.

Nunca naquelas, em tese, disputas me consagrei como pensava os presos lá de baixo, um vitorioso ou vencido, diante dos olhares sempre acusadores da sociedade.

O crime em si é sempre monstruoso, seja de qualquer forma. Os crimes contra a vida, porém, tem vários momentos que merecem mais reflexão, pois, existem a legítima defesa própria e de terceiro; a violenta emoção e o estado de necessidade, que em alguns momentos são plenamente entendidos.

Ocorre, que os crimes banais, sem circunstancias alguma(s), tem ocorrido em nosso município, quiçá no Brasil, com a mesma naturalidade de Pilatos quando "lavou suas mãos ao sofrimento de Jesus de Nazaré".

A vida, em seu sentido mais belo, tem sido roubada, jogada na lata do lixo, sem a maior cerimônia.

Nunca fiz e não faço qualquer apologia à morte e a violência. Isto não me faz menor na advocacia criminal; pelo contrário, o meu sentimento verdadeiro de “uma causa”, engrandece a minha defesa. Aprendi esta lição com o mestre advogado Evandro Lins e Silva, de saudosa memória, no seu festejado livro “A DEFESA TEM A PALAVRA”. Tem dado certo o meu raciocínio, é só acompanhar o resultado de meus trabalhos jurídicos.

Pois bem, fiz este texto, sem formas e padrões, porque nesta semana pretérita, perdemos em Icó várias vidas, todas por questões banais e outras sem explicação alguma.

Falo de nosso querido MAGÃO ARAÚJO, transeunte rotineiro de nossa convivência, homem pacato, simples e de bem com a vida. Trabalhou anos com a minha mãe, sempre com a mesma paz de espírito, com os pés fincados no chão, como se a terra fosse sua irmã ou companheira.

Magão, com seu jeito simpático, querendo ganhar a vida com a dignidade de sempre, foi cuidar de um simples barzinho lá para as bandas do BNH e São Vicente de Paulo, próximo a sua residência.

Cerveja gelada e bate papos comuns, tira gosto popular, Magão atendia aos clientes com toda disposição e de igual maneira.

De repente, num dia qualquer do Icó, eis que surge um pseudo cliente como tantos outros. Após tumulto desnecessário, “o cliente” se retira do bar e volta há poucos instantes para roubar a vida de MAGÃO. Dispara tiros incontáveis. Magão cai morto. Os argumentos para ao acusado, nenhum se sustentou aceitável.

O facínora encontra-se preso em Icó, em regime fechado, observado pela polícia, justiça e a comunidade, que triste chora por Magão e sorri pela punição, mesmo que temporária.

Repito, como advogado, não sou obrigado a aceitar a violência gratuita.

Como homem pai de família, a rejeito com todas as minhas forças.

Ontem, os amigos de Magão, saíram às ruas da cidade em manifestação pacífica e silenciosa, onde pela atitude manifestada, demonstraram os verdadeiros e leias sentimentos.

Que Deus seja louvado!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

COSTINHA É O ANIVERSARIANTE DO DIA.

Quem aniversaria hoje é o fazendeiro e ex-vereador, por cinco mandatos consecutivos, Alcides da Costa Moreira Filho – o Costinha, que completa 62 anos de idade.

Simples e solícito a todos, Costinha comemorou o seu natalício ontem, na Igreja do Rosário, quando das festividades de 5 anos do “Terço dos Homens” em Icó, evento religioso do qual faz parte desde sua fundação.

Parabéns. Que Deus o abençoe sempre!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

UM GRANDE PESADELO: SONHEI QUE ERA PREFEITO...

Tive um enorme pesadelo nesta noite. Sonhei que tinha sido eleito Prefeito do Icó. Eleito com uma coligação de tantos partidos de ocasião, que é impossível imaginar em sã consciência que a política-partidária pode ser tão podre, tão degenerada. Estavam coligados partidos da neo-esquerda, da “porra-louca” da esquerda, ligados às igrejas, católicas e “evangélicas”, gente com ideologia e sem ela, era um verdadeiro “hades” e pra juntar essa gente todo o eleito” tinha que ter um jogo de cintura que chegava à verdadeira cafajestice, a uma total falta de caráter, padecer de uma despersonalização impressionante. Valha-me meu Senhor do Bonfim!

Não era sonho, era pesadelo! No meio daquela tortura mental, me passavam todos os rostos das pessoas: miseráveis, pobres, sofridas, famintas, de mãos calejadas, feições envelhecidas, queimadas pelo sol quente da caatinga no tempo de verão, com grandes olhos cheios de esperança e que as tive de enganar, iludir, contar-lhes coisas como quem as conta a crianças inocentes, ingênuas... Olhavam para mim como se eu fosse uma espécie de deus ou semi-deus. Senti medo, pavor, ao mesmo tempo um misto de misericórdia.

Havia mentido para meu povo, prometido coisas que estavam acima do meu poder. Havia prometido casas, empregos, trabalho, fartura, o pior tinha prometido esperança em dias melhores. Talvez essa foi à única verdade que havia prometido: Esperança. A Esperança é algo subjetivo e não se pode – por mais cruel que seja – arrancar das pessoas.

Na minha mente passavam um a um os rostos dos eleitores. Vi o povo de Icozinho, Pedrinhas, Malhada Vermelha, o pessoal das Três Bodegas, colonos, agricultores, vaqueiros, vi uma a uma as varredeiras de rua, as lavadeiras de roupa, as empregadas domésticas, os “chapeados”, os desempregados, os pedintes, os mendigos, os funcionários públicos, os comerciantes, os ambulantes, os feirantes, os camelôs, os felizes, os infelizes, os lunaticos, os alegres, os tristes... o povo da cidade, com suas carências tão grandes e os da zona rural, com carências maiores ainda, vi os doentes em busca de atenção, os parentes dos mortos em busca de caixão..... Vi o tempo da cruel seca e da enchente, invadindo as casas, desalojando as pessoas. Meu Deus, isso é o Apocalipse!

Ah, vi o Icó dos terríveis crimes hediondos: de facada, de tiro, de paulada, nos silêncios dos lares ou a céu aberto. Vi o Icó, homofóbico, racista, etnocentrista. Vi o antigo sangue correndo pelas ruas de pedra, ou na terra nua, parecia semente da maldade plantada no solo árido...

Ah, vi o Icó da discriminação racial, rejeitando as pessoas pelo berço, discriminando-as, não as julgando capaz, cheios de orgulho, que parecia perpetuar-se pelos séculos de ideologia plantada nos meninos e nas meninas das classes mais favorecidas.

Ah, vi o Icó das Nossas Senhoras brancas e gordas: Expectações, rosários, conceições, matronas-mães de um Jesus de elite, coroadas pelas meninas ricas com coroas de ouro ou de papelão... O Icó do Senhor do Bonfim, vilipendiado, em seu sofrimento, do Cristo padecente na cruz, do pobre sofrido, pela ideologia da dominação e da arrogância dos poderosos.

No meio do sonho, vi também os rostos dos inimigos, aqueles à espreita do poder pelo poder, com seus pensamentos maus, desejando a minha morte e o meu insucesso. Vi calúnias, difamações.... vi o quanto também os caluniei e os difamei... Isso não era sonho, isso era pesadelo.

E, enfim no fim do sonho, cheguei à prefeitura, o velho sobrado onde nasceu Janoca Dias e Antonio Pinto, o velo Babaquara, que mandou e desmandou no Ceará nos séculos passados... Ah era pesadelo demais... Ali estavam um a um enfileirados meus antecessores, todos olhando para mim, naquele olhar do lado de lá... com o dedo em riste: Cumpra o que prometeu. Não minta, seja verdadeiro, ajude os pobres, negocie com os opositores sem desonestidade, não se aproprie do dinheiro público, ele é do povo, particularmente dos mais pobres, não pratique nepotismo por nepotismo, tenha piedade das pessoas, pos pobres e dos ricos, não persiga as pessoas, não demita os funcionários públicos injustamente e ilegalmente, seja generoso.

Acordei, angustiado. Graça a Deus era só um sonho. Icó não pode ser isso, não poderia ser isso. Minha terra querida e amada não pode ter políticos assim.

(Postado por Opinion - Washington Luiz Peixoto Vieira).

TENDO CUIDADO COM OS COMENTÁRIOS.

Um guerreiro sabe que as trevas utilizam uma rede invisível para espalhar seu mal. Esta rede pega qualquer informação solta no ar, e a transforma em intriga.

Tudo que é dito a respeito de alguém, sempre termina chegando aos ouvidos dos inimigos dessa pessoa, acrescidos da carga tenebrosa de veneno e maldade.

Por isso, o guerreiro, quando fala das atitudes de seu irmão imagina que ele está presente, escutando o que diz. Assim, desenvolve a arte da prudência e da dignidade.

E fica cada vez mais perto da luz que entrou pela sua janela, e agora ilumina toda sua alma.

(PAULO COELHO).

sábado, 24 de abril de 2010

POR PRISCILA...(CHICO XAVIER).

"A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos.

A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.

A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos.

TUDO BEM!

O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos.

Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos."

DEU NO DIÁRIO DO NORDESTE DE HOJE.

Icó. O superintendente do Instituto do Patrimônio, Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Clodoveu Arruda, esteve reunido, recentemente, com moradores do centro histórico, secretários municipais e empresários locais, com o objetivo de tirar dúvidas sobre a preservação do casario, que é tombado pelo órgão desde 1997.

No encontro, realizado no Teatro da Ribeiro dos Icós, Arruda condenou as ameaças de morte e agressão contra o técnico da Prefeitura do Município, Altino Afonso Medeiros, que realiza um trabalho voluntário de preservação do patrimônio histórico.

Arruda falou sobre a importância do sítio histórico, cujas origens remontam ao século XVII, época do ciclo do couro, e de sua preservação. Alguns moradores do casario resistem às determinações do Iphan e há dúvidas sobre o que pode e o que não pode ser feito para reforma dos prédios tombados pelo órgão. As recentes ameaças de morte e de agressão física contra o técnico local e pesquisador histórico, Altino Afonso Medeiros, motivaram o encontro.

O técnico Altino Afonso é coordenador do sítio histórico e faz a vistoria e acompanhamento dos imóveis residenciais e comerciais, tombados pelo Iphan. Agente administrativo do município, desde o ano de 2001, ele é encarregado de dar orientação sobre o encaminhamento de projetos quando os proprietários pretendem realizar serviço de reforma, ampliação e restauração. "Nesses casos, há necessidade de comunicar ao Iphan, que faz o acompanhamento do projeto", explicou Altino Afonso.

No sítio histórico, em Icó, moram 1.600 pessoas, em 250 residências, além de outras famílias que habitam o seu entorno. Infelizmente, nem todos compreendem a obrigação do respeito à legislação e a necessidade de se preservar os imóveis tombados. Recentemente, Altino Afonso estava fazendo caminhada, pela manhã cedo, quando foi abordado por dois homens em uma moto, que o ameaçaram de agressão física. "Tiver que correr", contou. Na semana passada, o mototaxista, José Bonifácio, conhecido por Galegá, o ameaçou de agressão física e morte, no interior da Casa de Cultura Mariinha Graça.

"Quando ele saiu, dizendo que ia se armar, eu fui embora para casa", contou. "Ando com medo". Em face desses últimos acontecimentos, Altino Afonso resolveu abandonar a função de coordenador do sítio histórico. "Não quero mais fazer esse trabalho.

Levei cuspida na cara, empurrões e, por último, quase tiraram a minha vida", afirmou. "Estou andando assombrado. Não tem mais sentido pra eu continuar dessa forma".

Boletim do ocorrência.

Altino Afonso chegou a registrar boletim de ocorrência na Delegacia Regional de Icó sobre a ameaça de morte, mas a pedido da família do agressor retirou a queixa. "A família me garantiu que nada iria acontecer comigo", disse o técnico. "Espero que essa questão seja resolvida em paz". O técnico da secretaria de Cultura disse que está magoado com a falta de apoio. "Até agora nem a Prefeitura e nem o Iphan reconheceram o meu trabalho", disse.

"Então, o que vou ficar fazendo aqui?", questionou emocionado, e continuou: "O salário que eu ganho é igual ao do mais simples de um auxiliar de serviço da Casa de Cultura, por isso desisto". Altino Afonso é agente administrativo do Município e recebe líquido, por mês, R$ 460,00. Dezenas de moradores, empresários, advogados e alguns vereadores prestaram solidariedade ao técnico que sofreu ameaças. Altino Afonso dá palestras para estudantes do Ensino Médio e universitários que em caravana visitam a cidade para conhecer o patrimônio histórico. Arruda aproveitou o encontro para prestar solidariedade a Altino Afonso.

"O Município de Icó e o Iphan não podem ficar sem os serviços de Altino Afonso, que é um colaborador tão importante", frisou. "Vou levar essa mensagem à presidência do Iphan, que vai estudar uma forma de proteção para ele e para a continuidade dos serviços", destacou. O superintendente do Iphan revelou que o próprio arquiteto do órgão, que quinzenalmente trabalha em Icó, Eric Mendes, sofreu também ameaças de agressão física.

"Nós não admitimos que isso aconteça, pois o nosso arquiteto representa o Iphan, o Governo Federal", disse. "Ele trabalha na defesa do patrimônio histórico, no cumprimento da lei, e não vem aqui para sofrer ameaças". A secretária de Cultura, Jequélia Alcântara, também condenou os atos de agressão sofridos por Altino Afonso e disse que o servidor conta com o apoio do Município. "Somos solidários e já tentei uma melhoria salarial para ele", disse.

O ex-secretário de Cultura, Getúlio Oliveira, responsável pela implantação do Programa Monumenta, lamentou os últimos acontecimentos e disse que os moradores precisam entender que o técnico realiza um trabalho profissional e tem de cumprir a legislação.

"Altino é uma pessoa pacata, amiga, inteligente e que conhece a historia de Icó e dedicou sua vida à divulgação, à pesquisa histórica local". De acordo com Altino Afonso, nos últimos dois anos houve demolição parcial de três imóveis que desrespeitaram as normas de preservação do patrimônio histórico.

Em breve, a Polícia Federal deverá cumprir mais três mandados expedidos pela Justiça Federal contra proprietários locais que não cumpriram as exigências legais e fizeram reformas e ampliação sem autorização do Iphan.

Solidariedade.

"O que ocorreu foi um absurdo, falta de tolerância e somos solidários ao técnico" Jequélia Alcântara Secretária de Cultura de Icó "Nós não admitimos que representantes do Iphan sejam ameaçados" Clodoveu Arruda Superintendente do Iphan MAIS INFORMAÇÕES 4ª Superintendência do Iphan em Fortaleza: (85) 3221.6360 Secretaria de Cultura de Icó (88) 3561.4116

PRESERVAÇÃO. Audiência pública esclarece dúvidas.

Na próxima semana, o superintendente do Iphan, Clodoveu Arruda, e outros técnicos do órgão devem retornar à cidade de Icó para a realização de mais uma audiência pública com os moradores para esclarecer dúvidas sobre a necessidade de preservação do patrimônio histórico. "Icó tem um rico sítio histórico e viver nessa área é ser guardião da herança cultural de filhos e netos", frisou Clodoveu Arruda. "Poucas cidades preservam o seu patrimônio e Icó merece ser reconhecido e celebrado". Arruda explicou que os sítios tombados recebem atenção especial por parte dos órgãos públicos e, ao serem legalmente protegidos, passam a fazer parte de programas e projetos das áreas da cultura, turismo e recebem obras de infraestrutura.

O tombamento, portanto, dá origem a investimentos para a restauração de monumentos e para melhoria dos equipamentos e espaços urbanos. O superintendente do Iphan disse ainda que o Município pode beneficiar os moradores do sítio histórico, oferecendo, por exemplo, isenção ou descontos nas taxas de IPTU para aqueles proprietários que mantenham seus imóveis em boas condições. Arruda esclareceu que quando o proprietário do imóvel tombado for fazer reformas, restaurações, construções, demolições, pequenos consertos ou serviços de conservação, é necessário consultar o Iphan, porque existe uma lei que é preciso ser cumprida.

"O descumprimento da legislação poderá gerar prejuízos e perdas para os ocupantes", frisou. O superintendente do Iphan reconheceu que há dificuldades de se manter o patrimônio, mas observou que é preciso que haja conscientização das pessoas e da sociedade, que precisa participar das decisões. "Nós temos um escritório no Icó, representado pelo arquiteto do Município, Ramiro Teles, e pelo arquiteto do Iphan, Eric Mendes, que a cada 15 dias está em Icó, para ouvir as pessoas e tirar dúvidas".

Na oportunidade, Arruda anunciou uma verba de R$ 4 milhões para implantação de um projeto de fiação subterrânea no centro histórico. Ele disse que os recursos já estão assegurados e serão investidos na cidade. A secretária de Cultura, Jequélia Alcântara, avaliou como positiva a reunião.

"Acreditamos que os esclarecimentos foram feitos e esperamos que os moradores do centro histórico tomem consciência da importância de se preservar esse patrimônio material".

Honório Barbosa. Repórter.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

AOS MILHARES DE LEDORES E OUVINTES.



ESTAMOS EM JOÃO PESSOA, CAPITAL DE TODOS OS PARAIBANOS, EM MISSÃO DA NOSSA SINGELA, PORÉM, ENTUSIASMADA ADVOCACIA.


POR ESTE MOTIVO, NÃO ESTAREMOS PARTICIPANDO AO VIVO, NESTA SEXTA-FEIRA, DO EXTRAORDINÁRIO PROGRAMA RUBENS BRASIL, NA EMISSORA BRASIL-FM DO ICÓ (CE).


RETORNAREMOS EM BREVE, INCLUSIVE, COM NOVAS POSTAGENS PARA O BLOG.


UM ABRAÇO A TODOS. BOM FINAL DE SEMANA COM DEUS, AMOR, SAÚDE E PAZ.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Perdoar x Aceitar.

Um guerreiro da luz sempre mantém o seu coração limpo do sentimento de ódio.

Quando caminha para a luta, lembra-se do que disse Cristo: “amai vossos inimigos”.

E o guerreiro obedece, mas sempre lembrando que Cristo não disse: “gostai de vossos inimigos”.

O ato de perdoar não o obriga a aceitar tudo. Um guerreiro não pode abaixar a cabeça – senão perde de vista o horizonte de seus sonhos.
(Escrito por Paulo Coelho).

Prefeitura de Orós inaugura 11 obras.

A Prefeitura Municipal de Orós promoverá dois dias de inaugurações de obras na sede, nos distritos e nos sítios do município. De amanhã até sábado, serão inauguradas 11 obras, entre escolas, postos de saúde, calçamentos e praças. “Estamos melhorando a infraestrutura do município e, dessa forma, proporcionando mais educação, saúde, lazer e bem-estar para a população”, afirma a prefeita Fátima Maciel Bezerra.

Na sexta-feira (23), a partir das 9 horas, a prefeita Fátima Maciel, juntamente com a equipe da Administração Orós que o Povo Quer e com a presidenta da Câmara dos Vereadores, Luhanna Úrya, irá inaugurar o posto de saúde do Sítio Caraúbas, melhorando o acesso da população local aos serviços de saúde. Ainda pela manhã, haverá a inauguração de uma escola no Sítio Boa Vista. Com o novo equipamento, os estudantes dessa comunidade não precisarão mais deslocar-se para a sede do município para estudarem. À tarde, a partir das 17 horas, serão inauguradas mais duas escolas, uma no Sítio Pereiro dos Pedros e outra no distrito de Palestina.
À noite, serão inaugurados o Centro de Produção Social Benvinda Idalina de Lima, o Centro de Inclusão Digital e um calçamento, todos no distrito de Guassussê.

No sábado (24), a partir das 18 horas, haverá a inauguração do calçamento do Sítio Calado. Em seguida, a prefeita Fátima irá inaugurar as seguintes obras na sede de Orós: Centro de Inclusão Produtiva Maria Zilá Garcia Dantas, Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do bairro São José, Praça Antônio Faz Tudo e Praça Chico Costa.
“Temos certeza que essas obras irão melhorar a qualidade de vida dos oroenses, pois facilitarão o acesso da população aos serviços de saúde, serviços sociais, educação lazer e também ao mercado de trabalho, por meio da qualificação profissional”, enfatiza a prefeita Fátima.

terça-feira, 20 de abril de 2010

POLÍTICA PERVERSA...


Entrei na vida pública em 1992, então candidato a vereador pelo PDT, com apenas 21 anos de idade e cheios de sonhos.

Daquele tempo até os dias atuais, tenho a consciência de que me doei muito mais que recebi. Aliás, ganhei apenas muitos amigos e outros tantos desafetos, por defender aquilo que acho correto, mesmo que seja apenas no meu juízo e\ou ideologia.

Vereador, vice-prefeito em duas oportunidades, com passagens efêmeras, mas marcantes, em algumas secretarias municipais, entendo que as coisas podem acontecer quando se tem boa vontade.

Nunca fiz da política um comércio, como muitos, nem menos tirei proveito algum pessoal e profissional. Gostando do meu comportamento pessoal, político ou não, o Icó sabe disto.

Meu pai Aristóteles Costa, que ao lado dos “meus”, me viram formar advogado, ainda em 1993, deve tremer ao lado do mestre Jesus, já que ele se despediu da vida terrena em 1995, quando tive que “vender” a minha “sala de advocacia” em Fortaleza, para pagar dívidas de campanha.

Como dói. Deixei até de passar defronte a avenida que dá acesso àquele local sagrado, que resta memórias e entusiasmo, para antes de ser político, ter uma profissão digna e verdadeira.

Por teimosia, paixão e vocação, ainda participo da política partidária, embora meus irmãos, mãe, esposa e filhos, bem como alguns amigos sensatos, me vejam mais feliz desempenhando com talento o que faço, também, com amor e sem modéstia, a arte de advogar, no exercício destemido do contraditório e da ampla defesa, inclusive na busca dos direitos meus e dos outros.

O tempo passa...

Em nossa simpática Icó, sem carimbar ninguém, temos um verdadeiro muro de BERLIM, que na Alemanha dividiu famílias, amigos, durante a guerra fria.

Aqui o muro de Berlim continua em pé. Esta análise percorre não só a política, que se une por interesse, mas a divisão persiste no mundo dos comuns.

Somos proibidos a ter amigos que não votam em A ou B, como se Neto Nunes e Jaime Júnior, os dois nomes mais fluentes da política icoense do momento, tivessem que permitir aonde somos obrigados a permanecer, tomar alguns goles de cerveja, participar de aniversários, ou bater papo descontraído, com os divergentes e “não eleitores”.

Desta política perversa e tola, este missivista não participa mais doravante. Mesmo com a disposição de continuar na oposição, por decisão pessoal, jamais deixarei de ter amigos comuns, do cotidiano e dos sóis do Icó, por questões pequenas e por interesses mesquinhos de alguns, onde a briga é o ódio, são mais interessantes.

Ademais, não sou candidato a nada. O que faço, o que exerço, é por Icó e por melhores condições de vida para minha família, pois aqui resido, e para o povo, que em muitas vezes, me virou as costas e pouco reconhece o que faço (alguns), mesmo correndo perigo por atitudes corajosas e sem meias palavras.

Neste final de semana, por convite do Deputado Domingos Filho, meu primo legítimo e padrinho, casado também com minha prima legítima Patrícia Aguiar, linda por dentro e por fora, com quem morei vários anos em Fortaleza, entusiasta para que eu fosse advogado e bom político, estive em Várzea Alegre, encontro do velho PMDB de guerra.

Por lá, encontrei dezenas de amigos do Icó, hoje ligados politicamente aos Nunes, pessoas que no passado não muito longe, votaram em mim para prefeito e, diga-se de passagem, sou muito grato.

Fui tratado como amigo, com elegância, distante de qualquer sentimento político partidário, bem como longe de qualquer rancor e ódio.

Até porque, aquele sempre foi o meu povo. Da política, da vida pessoal, das dores e alegrias.

Os tempos são outros. É verdade! Porém, os sentimentos de amizade se afloram quando se encontram, nos levando a crer que muitas atitudes, por mais benéficas e formadas de boa vontade, devem ser analisadas com mais sensibilidade, paciência e na certeza, que tudo passa...só não a história.

O prefeito Marcos Nunes, que estava com sua comitiva em mesmo ambiente, se mostrou sem ódio, sem mágoa, quando cumprimentou a todos os presentes, distante de cores partidárias, inclusive a mim.

Não houve conversa alguma sobre política, sobre votos, nem muito qualquer chamamento para convergir no mesmo barco vermelho e amarelo, que são as cores fortes do PMDB.

Soube hoje, não conferi se verdadeiro, que o atual Secretário de Saúde do Icó, Daniel Peixoto, que possivelmente estava no mesmo ambiente, com ciúmes teria indo embora. Ora bolas! Que bobagem Daniel, fui do tempo, junto com os Nunes, que ainda procurávamos merenda escolar escondida em caixa dagua.

Igualmente, pela situação de caos da saúde pública em ICÓ, bem demonstra o tamanho da cabeça e do trabalho desenvolvido por Daniel, que até pouco tempo passava mal quando falava em Nunes, inclusive um dia queria cassar o mandato de Cardoso Mota. Mas tudo bem, ganhou um emprego, esqueceu de tudo.

Este é o Icó, aonde sou proibido de falar com amigos que construímos histórias juntos, mas que hoje inimigos do passado se abraçam e se festejam no presente, sem nenhuma cerimônia.

O que vale mesmo é que tudo passa.

Continuo o mesmo em termos de posições, porém, não deixarei de cumprimentar pessoas, nem fazer de contas que elas não existem.

Afinal, sou apenas FABRÍCIO MOREIRA DA COSTA, santo só Jesus de Nazaré.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

LENTIDÃO DA JUSTIÇA: DE QUEM É A CULPA?

Frequentemente nós ouvimos pessoas reclamando que o poder judiciário é lento. Já existe até um chavão de autoria desconhecida que prolata: a justiça tarda, mas não falha.
Tal assertiva traz uma alusão à lentidão que permeia o judiciário.Quem comenta sobre tal fato não é apenas a fatia social detentora de conhecimentos, a camada rica ou a faixa pobre da população. Todos comentam, porém não sabem atribuir a culpa a alguém.
Fazem apenas comentários sem definir ou buscar explicar onde está o “calcanhar de Aquiles” do nosso poder Judiciário.A culpa, arrisco-me a dizer, não se encontra em setores isolados do poder judiciário, na classe dos juízes, dos Promotores, dos advogados, dos servidores etc.


Uma reunião de fatores colaboram para o engessamento do poder judiciário, que conta com a colaboração do grande número de recursos permitidos pelas leis, pelos entraves burocráticos e claro, com a colaboração também daqueles que já foram citados no caput deste parágrafo.
Um exemplo de quão burocrático é o poder judiciário, está nas audiências onde são ouvidas testemunhas.
Vejamos: se um advogado quer fazer uma pergunta à testemunha, ele se dirige ao juiz, e faz à pergunta, o juiz repergunta ao depoente, este responde ao magistrado que a dita ao escrivão.
A demora entre o inicio de um processo e o seu final se deve a vários fatores, tais como, falta de funcionários nas Secretarias dos fóruns, que poderia ser solucionada perfeitamente pelo Tribunal, que poderia realizar concurso público, mas prefere solicitar favores das prefeituras do interior, que cedem seus barnabés para servirem ao poder judicante.
No interior, geralmente, os juízes só atendem nas terças, quartas e quintas, pois fazem seus cursos de aperfeiçoamento nas capitais e necessitam se deslocar para assistirem suas aulas.
Assim também os promotores. Os advogados, às vezes, também colaboram com a demora, utilizando os prazos processuais e, dependendo de seus interesses fazendo pleitos protelatórios, com a intenção retardar o julgamento dos casos.
Outro grande fator da demora são as cartas precatórias. Esses expedientes são cartas enviadas de uma comarca para outra, para intimar partes, ouvir testemunhas e outros assuntos de interesse processual. As precatórias dependem dos correios e dos juízes e de servidores de outras comarcas.
Mas, com o jeitinho brasileiro podemos dar impulso aos processos, principalmente se o jurisdicionado goza de amizade dentro do poder judiciário, goza de bom relacionamento e tem coragem de se prostrar nos balcões das secretarias pedindo informações e solicitando audiências com os Magistrados Promotores e Diretores.
Aquele que nunca vai ao fórum perguntar sobre seus processos tem menos chances de ver o fim do processo que aqueles que sempre dão uma passadinha.
Vale dizer: quem não é visto, não é lembrado!
TEXTO ESCRITO POR DR. IRAN SANTOS (ADVOGADO).

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Está no site do IBOPE: Prefeito de Iguatu, no Ceará, Agenor Neto (PMDB) tem 83% de aprovação de governo


O Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE), divulgou na sua página na internet, a pesquisa realizada em janeiro último, aqui na cidade de Iguatu, para conhecer a opinião dos eleitores sobre assuntos políticos e administrativos.


Para 82% dos entrevistados, o prefeito Agenor Neto é considerado a maior liderança política do município de Iguatu. A população o considera competente (85%), honesto (73%) e preocupado com os mais pobres (73%).

A administração do município é avaliada como ótima ou boa por 78% dos entrevistados, enquanto 16% a consideram regular e 6%, ruim ou péssima. A forma como o prefeito administra a cidade é aprovada por 83% e desaprovada por 16%. Para 88%, a cidade de Iguatu está indo no “caminho certo”.
Sobre a pesquisa

Período: A pesquisa foi realizada entre os dias 14 e 15 de janeiro de 2010.

Amostra: Foram realizadas 301 entrevistas com a população de 16 anos ou mais da cidade de Iguatu, no Ceará.

Margem de erro: É de seis pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando um intervalo de confiança de 95%.

Registro: Esta pesquisa está registrada no TRE/CE sob protocolo número 3010/10 e no TSE sob protocolo número 1385/2010.

Iguatu Notícias

quinta-feira, 15 de abril de 2010

HISTORIADOR AMEAÇADO DE MORTE!!!

O homem de bem Afonso Altino, em que pese ser grande cidadão icoense, é hoje o único historiador vivo de nossa urbe, festejado por sua dignidade e trabalho árduo em defesa do patrimônio histórico icoense.

Infelizmente, a falta de sensibilidade cultural, já fez tombar vários casarões, igrejas e sobradões, num passado não muito longe.

Por este trabalho extraordinário, o professor Afonso Altino vem constantemente recebendo ameaças de morte.

Para surpresa nossa, na última semana o Senhor José Bonifácio, conhecido na cidade por “GALEGÁ”, foi tentar contra a vida de nosso historiador dentro da casa de cultura Mariinha Graça.

Por intermédio de outras pessoas, este fato que iria chocar os icoenses, foi interrompido a tempo.

O historiador recebeu solidariedade da sociedade, máxime da rádio Brasil-FM (Rubens Brasil), de seus ouvintes, dos colegas da Cultura e da Secretaria Jecquélia Alcântara, etc.

Porém, fica a surpresa, pois, GALEGÁ teve o seu irmão assassinado barbaramente em Icó, a 20 anos, de forma traiçoeira, devendo saber que o direito inalienável do ser-humano é a vida.
O professor Neto, irmão de Galegá, falou na Brasil-FM que tudo não passou dum equívoco e que o assunto será resolvido dentro do diálogo, da paz e sem maiores discussões.





FILHO DA TERRA É MIOCA!!!

As eleições estaduais já batem a porta do eleitor, máxime dos que estão em pleno vigor de cidadania, habilitados a participar do certame eleitoral vindouro, onde terão a oportunidade de escolher o seu Deputado Estadual; Federal; Senador da República (duas vagas); Governador e Vice, em cada recanto da federação.

Pois bem, a gente sabe que independente do grau de competência de cada candidato a futuros mandatos eletivos, na maioria das vezes, o bairrismo pesa muito mais do que o resultado de suas ações.

A parêmia popular nos ensina: “filho da terra é mioca”.

Na verdade, “filho da terra é aquele que luta e trabalha por ela”.

Não basta apenas nascer na urbe, mas ter a responsabilidade de desempenhar o trabalho parlamentar com afinco, honestidade e cumprir de forma retilínea o que posto publicamente para a sociedade.

Ademais, se este “slogan” merecesse respaldo, nenhum deputado seria eleito, pois, afora Fortaleza, capital do meu Ceará, as “outras” não têm condições de eleger quem seja.

Igualmente, se fosse verdadeiro o argumento supra, todos os pretensos candidatos não solicitariam votos na “terra dos outros”.

Fica o registro!!!

quarta-feira, 14 de abril de 2010

UMA REFLEXÃO SOBRE A POLÍTICA ICOENSE.

O poeta Mário Cezar, num feliz poema, já utilizado em um artigo publicado neste blog assim dizia: "Meus olhos queriam cutucar os confins do mundo, não tinha cabimento continuar esfolando os pés no beco do urso, o coração desbotado pedia um rosário de esperanças para banir aquela infâmia, nos ricos sobrados da rua central, meu aboio era esfaqueado a olho nu".


²Neste poema, nosso conterrâneo olhava além dos horizontes da cidade. Via que ali somente uma elite estava predestinada a mandar e a desmandar, a usufruir as benesses do poder e do Status, seja familiar ou político. Aos demais, o povo miúdo, restava mesmo era esfolar “os pés no beco do urso”, numa metáfora muito bem construída, acerca dos trabalhadores e trabalhadoras daquela urbe.



De fato a miopia do bairrismo, adicionada a supremacia dos interesses particulares sobre o público, numa inversão de princípios legais, possivelmente é a origem de todos os males que povoam a administração pública do Icó, como de muitas cidades, sejam pequenas ou grandes, mundo ou Brasil afora.



Esse mesmo bairrismo, adubada com a miopia e a ignorância são os promotores do atraso ou da estagnação: Pura burrice!Mas, como estamos cá, nesse Brasil, especificamente tentando entender o atraso político, econômico e social de nosso Icó, é nele e sobre ele que vou refletir, inclusive na condição de “exilado”, (que somente sei das notícias pela internet), uma vez que diante das condições ora citadas, tive que migrar para outras plagas e me aclimatar em ”terras estranhas” e não somente eu, mas uma infinidade de centenas de conterrâneos que só Deus sabe por onde andam, vivem ou morrem.



Cidade de passado histórico relevante, quase beirando a glória, cantada e decantada com seus viscondes e barões, cuja arquitetura colonial, com seus casarios, sobrados, igrejas e teatro, mesmo os cacos do que sobrou, em parte restaurada, ainda é capaz de testemunhar. De presente medíocre, com nenhum investimento público e privado significativo.



De futuro incerto: Não achou mais a sua vocação, desde que perdeu as rédeas da hegemonia do sertão centro-sul do Ceará, aos finais do século XIX, e a perceu exatamente pela falta de "tino" daqueles que a governaram naqueles idos tempos.



A brigalhada entre os grupos antagônicos, de efêmeros partidos políticos de ocasião, num simples artifício legal de manter candidaturas, mais prejudicam o município, que fortalecem a democracia. Não há interesse público.



O que há são interesses particulares, sejam na ordem da manutenção do Status Quo, ou em criar paliativos econômicos, para si e para os seus, uma vez que as funções públicas eletivas são temporárias, a situação da decadente elite, que se reveza no poder, negando e renegando as ideologias, de cada tempo - ora de esquerda, ora de direita, ora de centro - que se insere com perfeição, de forma camaleônica e fisiológica, nem sabendo as teorias de cada tendência ideológica, mas num simples "Maria-vai-com as-outras" interesseiro.



Não há uma reflexão séria sobre os rumos econômicos do município, com metas, diretrizes, formação de consórcios regionais, integração com outros municípios, uns complementando ou outros em suas limitações e fraquezas: Icó é somente Icó. Parece estar fora do mundo, fora do contexto nacional e mesmo internacional.



Inerte, sempre à espera dos recursos dos fundos federais e estaduais e dos programas de "redistribuição de renda" (bolsa família, escola, etc)..As questões políticas resumem-se ao apoio deste ou daquele ator. É uma discussão oca, sem princípios, sem ética. É o poder pelo poder.

Se assim é verdade, amigos leitores restam aos icoenses um único caminho: continuarem esfolando os pés no beco do urso e a nós, os “apatriados” continuarmos vendo, à distância, os mandos e os desmandos de uma população – povo e poder – alienados, cujo único ponto concorde e tábua de esperança em dias melhores é louvar ao Senhor do Bonfim a cada fim de ano, vendo para onde a fumaça se dissipa,¹ não partindo, nem participando dos projetos comunitários para ações concretas, efetivas de sua libertação, ou poderemos viver cantando, como mesmo diz o poeta:


"Icó, tua história foi esfaqueada, a croa dos olhos mareja, lagoa de lágrima para a usura de poucos. Oh! duim vamos engolir uma pinga com piaba e cantar nossas perebas, tão antigas".

1. É tradição na festa do Bonfim, após a explosão dos fogos, olhar se a fumaça dos ditos fogos segue este ou aquele caminha, o que pode significar, ou não, um bom inverno.



2. O beco do urso era uma velha rua estreita, hoje inexistente, sempre imundo e urinado, por onde geralmente passavam as pessoas mais simples e humildes, uma vez que os ricos por ali se abstinham de passar.

(Postado por Opinion - Washington Luiz Peixoto Vieira).

segunda-feira, 12 de abril de 2010

NO TEATRO DA RIBEIRA: 150 ANOS DE UM GRANDE ESPETÁCULO.

Como contar a história de um teatro que foi o primeiro a ser construído no Ceará? Como fazer um breve resumo de toda a história de um símbolo cultural de uma cidade e de um Estado?
Essas perguntas demonstram a responsabilidade, mas a importância da história do Teatro da Ribeira dos Icós, que completa em 2010 seus 150 anos.

Apesar das dúvidas sobre a real data de construção e finalização, o número "1860", dentro da casa de espetáculo traz à tona a provável e praticamente certa época no qual a ideia de um tal médico francês se tornou realidade.
PEDRO THÉBERGE - Na verdade, "um tal médico" é muito simplista. Esta figura para o Icó foi e é de uma importância sem precedentes, até hoje relegada pelos próprios administradores e parte da população icoense.
Saber do Teatro é, antes, saber quem o fez. E Pedro Franklin Theberge, seu idealizador, nasceu longe, mais precisamente em Marcé, França, em 1811.Se formou em Medicina em 1837 e em 1838 seguiu para Recife, Pernambuco, um dos centros mais importantes da época, no Brasil.
Chega ao território do Brasil com sua esposa Maria Elisa Soulé Théberge e seu filho, Henrique Théberge.
Em 1841, auxilia na fundação da sociedade de Medicina de Pernambuco.O ano é 1845. Neste período, Théberge chega ao Icó, uma das mais importantes da época no Ceará e entreposto na região, formando a tríplice força cearense juntamente com Aracati e Sobral. No Icó de então, a população estimada chegava a 5.000 habitantes e seu território se perdia de vista.O trabalho de Pedro passou, então, a ser os habitantes da região do Salgado e parte do Jaguaribe.
AMOR DE PEDRO AO ICÓ: O TEATRO - O carinho e amor ao Icó do médico sanitarista francês foi capaz de materizalizar-se em um Teatro com recursos próprios, uma ousadia para a época e em pleno sertão brasileiro.
Mais que isso, uma casa de espetáculos que serviu de abrigo (hospital) aos doentes de cólera-morbus, que atacou o Icó sem piedade (um morto para cada vivo).Porém, no dia 8 de maio de 1864, o médico francês e já icoense faleceu, aos 53 anos, na cidade que o acolheu e cuja recíproca foi verdadeira.
Em 2009, se completou 165 anos do falecimento de Pedro Théberge. Os restos mortais foram levados para a Igreja Senhor do Bonfim e onde está a lápide, em latim, com os dizeres "Aqui jaz os restos mortais do Doutor Pedro Thebérge, que como viesse da França para o Brasil, tornou-se querido e aceito por todos. Por isso sempre dizia, sou francês de nascimento, porém brasileiro de coração".
Segundo as informações do historiador Miguel Porfírio (in memorian), no seu livro "Icó em Fatos e Memórias - Volume II", em uma reforma da Igreja do Senhor do Bonfim, as urnas funerárias foram retiradas da parede e por muito tempo teriam ficado abandonados. Depois, teriam sido levados para ser sepultado no cemitério antigo.
ESQUECIMENTO - O descaso e esquecimento deste ícone de Icó não podem ser deixados de lado, e aqui trazemos este texto para iniciar uma série de reportagens a cerca do Teatro da Ribeira dos Icós. Aqui, mais do que uma reverência, traremos para o debate a utilização e conservação deste espaço da cultura icoense.
Que a engrenagem da cultura icoense começa a girar sem parar.
* Informações do artigo de Paulo Henrique Amorim Amâncio e do livro "Icó em Fatos e Memórias - Volume II".

(Postado por Yuri Guedes).

domingo, 11 de abril de 2010

A QUEM PERTENCE O CADÁVER HUMANO?.


O título deste artigo pode parecer pesado, mórbido e bizarro.


Pesado não pelo assunto em si, mas porque nos faz refletir sobre um assunto pelo qual há um interdito crescente na sociedade contemporânea..Embora, estranhamente nos deleitemos com grandes tragédias alheias: A menina jogada pela janela, a outra morta pelo namorado, menino arrastado pelas ruas em carro de alta velocidade, uma “turista alemã” vítima de um possível complô familiar para receber um alto seguro, ficamos "admirando" as caçambas repletas de cadáveres, como foi o caso do Haiti, com olhos fixos na TV, e por aí vai..


Paradoxalmente, a nossa morte e dos nossos parentes,entendemos ser assunto privado, não diz respeito a ninguém.


Negamos e escondemos as doenças. As mortes, infelizmente, têm que proclamá-la ela é um assunto público, o óbito é publico, geram direitos e deveres aos vivos, se não o fosse, possivelmente diríamos: “Fulano está viajando”, como geralmente enganamos as crianças...


Negamos a morte da mesma forma que negamos e escondemos os nossos insucessos, como se a morte fosse um fruto de nossa incapacidade de viver e não algo tão natural como o nascer....E um tema doloroso que sempre adiamos: A Morte. Principalmente quando se trata da nossa própria ou da daquelas pessoas a quem queremos bem.


É algo doloroso, cruel, irreversível, incompreensível. Buscamos sempre para ele subterfúgios para dele fugir. Mas, infelizmente, não podemos é tema real, um dia a mais, outro a menos, ele está ali na porta, ou melhor, em nós mesmos: Seremos cadáveres!.Não mais seremos, seremos apenas “espólio” no que nos restou da labuta, daqueles dias que o nosso desejo de ter nos embotou a vista, perturbou nossas relações humanas, interferiu nas nossas relações amorosas...


Muitas vezes deixamos de assumir amores – proibidos ou consentidos – pelo simples fato da inconveniência social, racial, étnica e, principalmente econômica... Pensávamos – nós e nossos pais – sermos eternos. Coitados!.Deixamos a ambição e o preconceito ser maiores que nós e nossa felicidade!


Mas, passados os anos, ou não, morremos. Viramos o que os juristas de até então designam de “coisa nula”. Triste, mas real. Seremos – somos – cadáveres. Prontos à inexistência.


Imediatamente passíveis à podridão..Num primeiro momento há a cessação de todos os fenômenos vitais, definitivamente, totalmente. Todo o nosso organismo, antes tão organizado, entrou em pane, nossas células, tecidos, órgãos vitais paulatinamente misteriosamente vão deixando de viver..Enfim, morremos!.


E aí. Nós, eu e você, amigo leitor, seres humanos livres, impertencíveis a ninguém, deixamos de ser. Somos apenas um simples Cadáver, despojos, restos mortais e nossos bens (ou não bens) Espólio.


Passamos a ser uma “coisa” pertencente ao Estado. Isso mesmo ao Estado. Não somos propriedade absolutamente de ninguém.


Mas ninguém ao mesmo tempo, pode absolutamente lançar a mão sobre o que éramos..O cadáver – nós já não somos – não pertence á família. O primeiro passo para constatar este fato é registrar o Óbito. Ou seja, registrar a inexistência de alguém. Se alguém não mais existe, ele não é, ela não pertence a mais nada, ela é nula, já era....Daí por diante, conforme a causa mortis o cadáver – puro descarte e prova que ali existiu um CPF é propriedade do Estado.


E o Estado nos quer? Ele não tem essa capacidade de querer, ou não, já somos parte integrante dele, o problema são os governos, a estes já bastam as responsabilidades com os vivos....A piedade cristã, felizmente, tratou de remediar essa questão juridicamente fria, e deu dignidade ao morto, e instituiu na legislação e na cultura, o respeito aos mortos, que na nossa legislação deu uma espécie de Estatuto dos Defuntos, não permitindo que os despojos humanos fossem tratados como lixo, ou simples coisas.


Permitiu que a família ou aqueles a quem a proximidade o/a tenham como tal, dêem ao morto, a possibilidade de não virar peça de necropsia ou alimentos para urubus. Mas não esqueçamos os cadáveres não são propriedade de ninguém, por mais digno e belo que seja o monumento fúnebre e mais importante o morto..Mas queiramos ou não, nossos falecidos corpos são pertencentes ao Estado.


Mas o Estado, nem a família, não têm o direito de arrancar qualquer parte do morto, e doá-los a ninguém se o “vivo” assim não o designasse. Não pode “cremar” ou dar outro destino senão o tradicional “enterro” sem que o Estado, através do Judiciário assim o determine, e neste caso com muita prudência, preservando a memória do “de Cujos”, as não ser por razões de Estado, in caso as epidemias ou o perigo á saúde pública.


Mortos seremos, ou não, com grandes possibilidades, perigo, aos vivos..Triste, não é? Mas é a verdade!.E por fim, caso você e eu, disponhamos de um jazigo digno, luxuoso, ou tenhamos nada, a não ser terra fofa sobre o nosso vil cadáver.


Ninguém, nem nossos parentes, nem nossos amados familiares, que podem ser – ou não – sepultados amorosamente conosco, serão e seremos esquecidos, ossos e não ossos, em tão pouco tempo, que esse artigo é de uma inutilidade cadavérica..Quem sabe, discutiremos esse assunto no Céu!.


Descansemos em Paz!


(Texto de Washington Peixoto Vieira).

sexta-feira, 9 de abril de 2010

CLIMA QUENTE: DIVERGÊNCIAS NA CÂMARA DE VEREADORES.


O debate político esquentou na câmara de vereadores em Icó.

Ontem, na sessão ordinária, a mesa diretora colocou em pauta as contas de governo dos ex(s)-prefeitos de Icó, Cardoso Mota e Jaime Júnior, eis que elas tinham parecer pela desaprovação do Tribunal de Contas dos Municípios – TCM.

Em que pese à metamorfose de ações ocorridas naquela corte, mas, diga-se de passagem, o parecer é um verdadeiro “samba sem ritmo”, além de não ter amparo jurídico algum.

As contas, em seus relatórios, indicam que Jaime Júnior não cometeu nenhum desvio de conduta, quiçá administrativo, porém, define que as contas são indivisíveis.

O TCM, por certo, esqueceu um princípio constitucional “que a pena não passa da pessoa do condenado” e, por aí vai...uma lástima que cheira a desdém político partidário.

Decorridos os prazos para apresentação de defesa escrita junto à edilidade, pelas mãos dos ex-alcaides, junto à mesa diretora do legislativo-mirim, o vereador presidente Ricardo Nunes, teria que colocar a discussão em votação.

Outro fato hilário ocorreu: Ricardo Nunes queria a provação das contas de Cardoso Mota e a desaprovação de Jaime Júnior.

Feito o anúncio, quatro vereadores da bancada da própria situação se rebelaram: IATAGAN MANDUCA, ÍTALO DA PAZ, JÚNIOR DANTAS E MARCONIER MOTA, somando-se aos colegas da oposição, vereadores Maria do Cal, Zé de Creuza e Gilberto Barbosa.

Na verdade, era plenamente impossível tal jogada e articulação política, ser posta em prática.

Após o tiroteio verbal, o presidente encerrou a sessão de julgamento das contas devolvendo-as ao Egrégio Tribunal de Contas, em Fortaleza, sem resultado final algum.

Hoje, na emissora Brasil-FM, em Icó, os vereadores IATAGAN MANDUCA, ÍTALO DA PAZ, JÚNIOR DANTAS E MARCONIER MOTA, compareceram, ao vivo, para protestar a condução dos trabalhos exercidos na câmara de Icó, por Ricardo Nunes, alegando desrespeito total ao trabalho dos parlamentares.

Também ao vivo, direto de Fortaleza, Jaime Júnior e Rubens Brasil, deram apoio ao movimento ocorrido na câmara, em defesa das regras legais e do exercício livre do parlamento.

“Ricardo não sabe definir o público do privado”, disse Jaime Júnior.

“Enfim, os vereadores entenderam que o debate plural deve ser exercido independente de cores partidárias”, definiu Rubens Brasil.

Voltaremos ao assunto.








MINISTÉRIO PÚBLICO PEDE EXONERAÇÃO DE PARENTES DA PREFEITURA DE ARACATI.

O Ministério Público da Comarca de Aracati (Litoral Leste), por meio da promotora de justiça Emilda Afonso de Sousa, solicitou ao prefeito Expedito Ferreira a imediata exoneração de parentes – até terceiro grau – dele, o prefeito, do vice-prefeito, de secretários e subsecretários e ainda da presidente da Câmara Municipal e de alguns vereadores que ocupam cargos públicos, sejam prestadores de serviços ou contratados temporariamente pela administração.

No ofício, a representante do MP ainda faz referência à primeira dama do município, Perpétua Ferreira, que, segundo dados do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), ocupa a função de Ouvidora do Município, com salário de R$ 4.500,00. A mulher do prefeito, segundo relatos de servidores da Prefeitura, jamais foi vista no exercício da função. Em outra citação, o documento faz referência ao ex-prefeito de Aracati, Abelardo Gurgel Costa Lima Filho, pai do vice-prefeito atual.

De acordo com o Portal da Transparência do TCM, o ex-gestor exercia o cargo de diretor de Esportes, mas os R$ 2.500,00 eram pagos pela chefia de gabinete. Em resposta à Promotoria, Abelardo Filho, que também já foi deputado estadual, disse ter sido nomeado em fevereiro de 2009 e que ele próprio pediu afastamento em julho do mesmo ano.
Na nota, para estranheza da promotora, Abelardo Filho informou que seu cargo, na verdade, era o de articulador político.

Como providência, o prefeito de Aracati enviou relação contendo 27 nomes de parentes, todos já devidamente com seus contratos rescindidos. Na lista constam nomes de esposas, irmãos, filhos, sobrinhos, tios e cunhados das autoridades citadas.
Os nomes do secretário de Agricultura, Alexandre Costa Lima (tio do vice), e o da própria esposa não constam no ofício.
Segundo o prefeito, os dois ocupam cargos políticos e estão amparados na sumula vinculante número 13, do Supremo Tribunal Federal (STF). Para o Ministério Público, a relação de nomes ainda é raquítica, sobretudo pelo montante de servidores municipais, cuja folha de pagamento ultrapassa R$ 1,3 milhão mês.

(Eliomar de Lima com MP-CE)

quinta-feira, 8 de abril de 2010

TAPANDO O SOL COM A MÃO.

UM DISCÍPULO PROCUROU O RABINO NAHMAN DE BRASLAW:

“NÃO CONTINUAREI MAIS MEUS ESTUDOS DOS TEXTOS SAGRADOS”, DISSE. “MORO NUMA PEQUENA CASA COM MEUS IRMÃOS E PAIS, E NUNCA ENCONTRO AS CONDIÇÕES IDEAIS PARA CONCENTRAR-ME NO QUE É IMPORTANTE”.

NAHMAN APONTOU O SOL, E PEDIU QUE SEU DISCÍPULO COLOCASSE A MÃO NA FRENTE DO ROSTO, DE MODO A OCULTÁ-LO. O DISCÍPULO FEZ ISTO.

“SUA MÃO É PEQUENA, E, NO ENTANTO CONSEGUIU COBRIR TOTALMENTE A FORÇA, A LUZ E A MAJESTADE DO IMENSO SOL. DA MESMA MANEIRA, OS PEQUENOS PROBLEMAS CONSEGUEM LHE DAR A DESCULPA NECESSÁRIA PARA NÃO SEGUIR ADIANTE EM SUA BUSCA ESPIRITUAL”.

“ASSIM COMO A MÃO TEM O PODER DE ESCONDER O SOL, A MEDIOCRIDADE TEM O PODER DE ESCONDER A LUZ INTERIOR. NÃO CULPE OS OUTROS POR SUA PRÓPRIA INCOMPETÊNCIA”.

(POR PAULO COELHO).

DEPUTADO FEDERAL ANÍBAL GOMES GARANTIU RECURSOS PARA A IMPLANTAÇÃO DA UPA EM IGUATU.

O prefeito Agenor Neto (PMDB) confirmou que o Ministério da Saúde liberou recursos para a construção de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), para Iguatu.

Esta ação está chegando ao município graças ao ex-relator da saúde, deputado federal Aníbal Gomes (PMDB) do Ceará que conseguiu alocar recursos da ordem de R$ 1.400.000,00 (um milhão e quatrocentos mil) para a implantação do serviço. O volume de dinheiro acima será utilizado nas obras e compra de equipamentos.

Após a inauguração do Pronto Atendimento de Iguatu o Governo Federal em parceria com a Prefeitura vai disponibilizar por mês R$ 100.000,00 (cem mil reais) para a manutenção das atividades do equipamento.

O Pronto Atendimento será implantado no bairro Brasília beneficiando principalmente os moradores dos bairros Areias I e II, Tabuleiro, Flores, São Sebastião, Paraná, João Paulo II, etc.
Agenor Neto garante que os novos serviços vão oferecer assistência de urgência e emergência 24h por dia, o que vai ajudar a desafogar os prontos-socorros dos hospitais, reduzindo filas.O andamento das obras é de responsabilidade dos municípios. O prefeito Agenor Neto disse está agradecido ao deputado federal Aníbal Gomes por esta importante conquista.

Iguatu ganhará o serviço do tipo I, com capacidade de até 8 leitos e atendimento de 150 pacientes por dia.

Ainda de acordo com o prefeito Agenor a Unidade de Pronto Atendimento vai oferecer serviço de Raio X, laboratório para exames, aparelho de eletrocardiograma e atendimento pediátrico. Nelas a população poderá resolver problemas como pressão alta, febre, cortes, queimaduras, alguns traumas e receber o primeiro atendimento para infarto ou Acidente Vascular Cerebral (AVC), entre outras enfermidades.

Quando o paciente chega à unidade, os médicos prestam socorro, controlam o problema e detalham o diagnóstico. Eles analisam se é necessário encaminhar o paciente a um hospital ou mantê-lo em observação por até 24h.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

RITMO E EFICIÊNCIA DA GESTÃO MARCOS NUNES EM XEQUE APÓS UM ANO E MEIO.

Eleito em 2008, o prefeito Marcos Nunes (PMDB) não parece disposto a alterar o andamento (?) no melhor estilo de valsa vienense, de sua administração. Das dezenas de projetos anunciados, muitos estão no papel. Os que tiveram início estão aí inconclusos, para quem quiser ver.

Nos gabinetes oficiais, assessores louvam a situação financeira da municipalidade, equilibrada, conforme demonstram os balanços. Insatisfatório mesmo é o balanço da situação da cidade: maltratada, suja, caótica, como terra de ninguém, para usar a feliz expressão que o jornalista Plínio Bortolotti adotou em seu blog.

Todo mundo se lembra de que, em sua campanha de 2008, e ao tomar posse em janeiro de 2009, o prefeito Marcos Nunes anunciou tantas maravilhas, a execução de tantos projetos que a população não teve outra impressão: Icó iria se tornar numa espécie de paraíso. Outra não poderia ser a expectativa, uma vez que estava respaldada no discurso do novo gestor.

TANTO PROMETIDO, TANTO NÃO CUMPRIDO EM VÁRIOS SETORES.

Vida que segue, bem que o slogan "Icó, um novo tempo" poderia ser trocado por um mais adequado: "Icó tartaruga". O ritmo de trabalho (?) adotado em 2009 para cá no executivo acaba lembrando-se de uma conhecida frase de pára-choque: "Muita farofa é sinal de pouca carne".

Foi prometido que, em Icó, a partir de então, as ruas e avenidas estariam sempre muito limpas; que a educação e a saúde oferecidas pelo município atingiriam nível de primeiro mundo; que as ruas passariam a ter saneamento básico; que as entradas da cidade seriam reformadas; que a malha viária rural iria receber tantos melhoramentos; que a estrada de Icozinho finalmente seria construída; passagens molhadas seriam feitas. Era, portanto, muita farofa, perdão, muita promessa.

UM ANO E MEIO DE COMUNICAÇÃO SOBRE ATRASOS E DESCULPAS.

Logo no início de 2009, o prefeito já parecia haver esquecido o discurso de campanha e, sem tirar do papel praticamente nenhum dos seus mirabolantes projetos, passava a pontuar entrevistas e comunicados com desculpas desse ou daquele tipo.

Ora era a argumentação de que a casa havia sido recebida desarrumada e só nessa conversa se passaram um ano e meio de governo. Depois, veio à burocracia, as alegações de que não havia dinheiro para executar as obras e assim por diante.

O Forricó se aproxima e nos bastidores o que rola é de que o prefeito vai gastar "rios de dinheiro" para a festa neste ano. Também podera, né? Ano eleitoral é sempre assim. Para festa, num instante o dinheiro aparece. É cômico, mas é a pura verdade!

(POSTADO POR VOLTAIRE FARIAS XAVIER, JORNALISTA EM AÇÃO).

segunda-feira, 5 de abril de 2010

PREFEITA FÁTIMA MACIEL COMEMORA MAIS UM ANO DE VIDA.

A prefeita do município de Orós, Fátima Maciel Bezerra, tem muitos motivos para festejar. Além do excelente trabalho que vem realizando, reconhecido nacionalmente por meio de prêmios como "Gestor eficiente da merenda escolar" e "Objetivos de Desenvolvimento do Milênio", hoje (05) ela comemora mais um ano de vida ao lado de familiares e amigos.
Pela passagem do seu aniversário, a prefeita também recebe os cumprimentos dos colaboradores da Administração Orós que o Povo Quer e da população em geral.
(Por Dháfine Mazza).

domingo, 4 de abril de 2010

POUCA PRODUTIVIDADE NA CÂMARA MUNICIPAL DE ICÓ.

Você conhece algum projeto importante para o povo de Icó tramitando na Câmara Municipal?

Se conhece, eu gostaria de saber um pouco sobre estas iniciativas. O que sabemos é que o prefeito tem maioria parlamentar e só isso. Mas projetos que beneficiem o conjunto da população em quase um ano e meio desse mandato ainda não são visíveis aos nossos olhos.
Icó hoje conta com dez vereadores e a única atividade deles é aprovar nome de prédio público, conceder título de cidadão icoense, aprovar os projetos do executivo sem indagações e elaborar requerimentos que basicamente não servem para nada.

Afinal, são projetos de indicações e o prefeito só aprova se quiser. A maioria vai parar nas gavetas da Prefeitura Municipal.

Uma das obrigações do Legislativo é fiscalizar os atos do governo.

No Icó, pelo que consta, a situação é maioria, dando totais poderes ao chefe do poder municipal. Estão lá para dizerem "amém" e a seguirem fielmente as regras do jogo estabelecidas pelo prefeito Marcos Nunes (PMDB), que, diga-se de passagem, não sabemos ao certo como conseguiu atrair para o seu lado alguns parlamentares que marcharam unidos com o então candidato Jaime Júnior (DEM) nas eleições de 2008.

Enfim, infelizmente, estes "senhores" que ora se dizem representantes do povo icoense colocam os interesses particulares de poder em detrimento da maioria de nossa população. Claro, com honrosas e raríssimas exceções.

Nunca é tarde para trabalhar em prol do povo e de seus eleitores que os colocaram nestas cadeiras para representá-los. Sem contar, que os "edis" ganham um polpudo salário e demais auxílios, graças a estes mesmos eleitores.

Seria tão interessante se olhassem mais para os mais de 60 mil icoenses. Afinal, é melhor ficar do lado da população ou de uma só pessoa, o prefeito Marcos Nunes?

(Postado por Voltaire Farias Xavier, Jornalista em Ação).

sexta-feira, 2 de abril de 2010

quinta-feira, 1 de abril de 2010

TALENTOS DO ICÓ PARTICIPAM DO PROGRAMA ÍDOLOS EM FORTALEZA.

Os icoenses Bruno, Camila e Heitor Borborema, participaram nesta semana finda, do programa ÍDOLOS, comandado pelo ator Rodrigo Faro, da TV Record nacional, em Fortaleza (CE), onde procuram talentos musicais, para todo o Brasil.

Diga-se de passagem, os icoenses em alusão, fizeram bonito; apesar de não saírem na listagem de vencedores, passaram até a terceira fase, sendo reconhecidos pelos produtores musicais, como profundo conteúdo de esperança.

Avante moçada!!!
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